Adotar energia solar em condomínios tem se tornado uma tendência forte entre moradores e administradores que buscam reduzir custos, valorizar os imóveis e conquistar autonomia energética.
Nos condomínios horizontais, por exemplo, a economia pode chegar a R$ 12 mil por casa ao ano, o que tem chamado a atenção de síndicos e proprietários.
Além da economia, o sistema fotovoltaico traz baixo custo de manutenção e contribui para um estilo de vida sustentável e consciente.
Neste artigo, você vai entender como funciona a energia solar em condomínios, as regras de instalação, vantagens, custos e o passo a passo para colocar seu projeto em prática.
Como funciona a energia solar em condomínios
A geração de energia solar em condomínios pode ser feita de duas formas principais:
1. Geração individual
Cada morador instala seu próprio sistema fotovoltaico no telhado da residência.
A energia produzida é usada na própria casa, e o excedente vai para a rede da concessionária, gerando créditos de energia para abater nas próximas faturas.
Esse modelo é ideal para condomínios horizontais com espaço físico suficiente para instalação independente em cada unidade.
2. Geração compartilhada
Mais comum em condomínios verticais ou com amplas áreas comuns, a geração compartilhada usa painéis solares instalados em locais coletivos — como telhados dos blocos, garagens ou áreas de lazer.
A energia gerada pode abastecer áreas comuns (portaria, iluminação externa, elevadores etc.) ou ser dividida entre os moradores conforme um acordo de rateio aprovado em assembleia.
É permitido instalar energia solar em condomínios?
Sim. A instalação é totalmente permitida e regulamentada pela Resolução Normativa nº 1.059/2023 da ANEEL, que trata da geração distribuída de energia.
Entretanto, o processo exige aprovação em assembleia condominial — normalmente com o voto favorável de dois terços dos condôminos.
O projeto também precisa ser desenvolvido por um engenheiro eletricista ou empresa especializada, seguindo as normas técnicas e submetido à análise da concessionária local.
Além disso, é fundamental definir:
- a modalidade de geração (individual ou compartilhada);
- o modelo de rateio dos custos e benefícios;
- e quem será responsável pela manutenção do sistema.
Em prédios, pode ser necessário ajustar o regimento interno e avaliar a estrutura do local antes da instalação dos painéis.
Energia solar em condomínio de casas: vale a pena?
Sem dúvida!
Nos condomínios horizontais, cada morador pode instalar um sistema fotovoltaico próprio e ter controle total sobre seu consumo.
A economia média anual pode ultrapassar R$ 12 mil por residência, além de valorizar o imóvel e reforçar a imagem moderna e sustentável do condomínio.
Muitos empreendimentos, inclusive, têm priorizado a implantação de sistemas solares acima de outras melhorias tradicionais, como portaria ou segurança, devido ao retorno financeiro expressivo e à liberdade energética que o modelo proporciona.
Principais vantagens da energia solar em condomínios fechados
💰 Economia real na conta de luz
A energia solar pode reduzir em até 95% os gastos com eletricidade nas áreas comuns ou nas residências.
Com a compensação de créditos, o condomínio passa a ter previsibilidade nos custos mensais e pode direcionar os recursos economizados para melhorias internas.
🏠 Valorização dos imóveis
Empreendimentos que utilizam energia limpa são vistos como mais modernos e sustentáveis.
Isso aumenta o valor de mercado e torna os imóveis mais atrativos para compra e locação.
🌎 Sustentabilidade
Cada quilowatt-hora gerado pelo sistema solar evita emissões de CO₂, ajudando no combate às mudanças climáticas.
O condomínio também fortalece sua imagem de responsabilidade ambiental perante a comunidade.
📈 Retorno garantido
Mesmo com investimento inicial, o sistema se paga em 4 a 7 anos e segue gerando energia por mais de 25 anos.
Ou seja, são décadas de economia e estabilidade financeira.
⚡ Autonomia energética
Gerar sua própria energia é sinônimo de independência das concessionárias e proteção contra aumentos tarifários.
Com o uso de baterias, é possível até manter o fornecimento durante quedas de energia.
🔧 Baixa manutenção
Os sistemas exigem apenas limpezas periódicas e inspeções preventivas, mantendo alta performance por anos.
Os equipamentos são resistentes e projetados para suportar variações climáticas extremas.
Regras para instalação de energia solar em condomínios
O primeiro passo é aprovar o projeto em assembleia, conforme as normas do condomínio e o Código Civil.
A aprovação pode variar:
- Maioria simples, quando o sistema atende apenas áreas comuns;
- Maioria qualificada ou unanimidade, quando envolve geração compartilhada entre unidades.
O projeto deve ser assinado por profissional habilitado e homologado pela concessionária.
Documentos como ART, memorial descritivo, projeto unifilar e laudo técnico são exigidos durante o processo.
Quem pode solicitar a instalação?
Depende do modelo de geração:
- Sistemas coletivos (áreas comuns): o síndico é o responsável legal pela contratação e tramitação junto à concessionária.
- Sistemas individuais (casas): o próprio morador pode solicitar, respeitando as regras internas.
- Geração compartilhada: moradores interessados podem formar um grupo ou cooperativa e definir as regras de divisão dos custos e da energia.
Em todos os casos, o ideal é contar com empresa especializada para cuidar da parte técnica e legal do projeto.
Quanto custa implantar energia solar em condomínios?
Os valores variam conforme o tipo e o tamanho do sistema:
- Casas individuais: entre R$ 9 mil e R$ 40 mil, dependendo do consumo e da potência instalada;
- Sistemas coletivos: podem ultrapassar R$ 100 mil, mas o custo é dividido entre os condôminos;
- Modelos compartilhados: o investimento é proporcional à cota de participação de cada morador.
Existem linhas de financiamento específicas para energia solar, com prazos longos e juros reduzidos, o que facilita a adesão.
O retorno do investimento geralmente ocorre entre 4 e 7 anos, e o sistema pode funcionar com eficiência por mais de 25 anos.
Passo a passo para instalar energia solar em condomínio fechado
- Estudo de viabilidade: análise técnica do espaço disponível e da incidência solar.
- Levantamento de consumo: cálculo do gasto médio de energia do condomínio.
- Elaboração do projeto técnico: feito por engenheiro ou empresa credenciada.
- Aprovação em assembleia: decisão coletiva dos moradores.
- Homologação junto à concessionária: autorização oficial de conexão à rede.
- Instalação dos equipamentos: painéis, inversores e cabeamentos.
- Monitoramento e manutenção: limpeza e inspeções periódicas garantem o desempenho do sistema.
Conclusão
A energia solar em condomínios fechados é uma das formas mais inteligentes de reduzir custos, valorizar o patrimônio e contribuir com o meio ambiente.
Com o planejamento certo e a parceria de uma empresa especializada, o condomínio pode alcançar autonomia energética e economia duradoura.
Investir em energia solar é investir no futuro — um futuro mais sustentável, previsível e econômico.
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